Conexões #1 – cyborg_nomade
Talvez Land ainda é um freaking libertário:
Teoremas matemáticos, em particular [sic], são verdades universais. Quaisquer afirmações que possam ser construídas em um nível comparável de rigor formal (e, em última análise, mecanização) podem reivindicar o mesmo status. Contudo, com o menor afastamento deste critério – rigidamente algorítmico –, a controvérsia rapidamente se inicia. Este não é o lugar e o momento para se defender o caso da filosofia transcendental (dentro da qual a praxeologia está inclusa), mas tal caso poderia ser feito.
É feito aqui.
Também, do mesmo ensaio:
A questão do universalismo, da maneira em que ele nos concerne aqui, não é uma questão de meta-matemática, epistemologia ou filosofia da ciência. É, sim, dirigida ao escopo político do argumento. É obrigatório se exigir que o argumento, de acordo com os mais elevados princípios de compulsão cognitiva (lógica), seja imposto de maneira global?
A resposta libertária (de esquerda) é não:
Em suma, a igualdade de que Locke e Jefferson falam é a igualdade de autoridade: a proibição de qualquer "subordinação ou sujeição" de um indivíduo a outro. Dado que qualquer interferência de A na liberdade de B constitui uma subordinação ou sujeição de B a A, o direito à liberdade advém diretamente da igualdade de "poder e jurisdição".
Então aqui está o que há de errado com Jacobitismo puro. “Se a razão é tão segura, legítima, supersensivelmente garantida, por que todas as armas?”
ADICIONADO: Basicamente um Tuckeriano. Fico me perguntando se o tecno-comercialismo não é só anarco-individualismo.
Notas Finais
Artigo: https://antinomiaimediata.wordpress.com/2016/05/03/connexions-1/